O chinês moderno é escrito em dois padrões de caracteres paralelos.

Chinês simplificado (简体字, jiǎntǐzì) é a forma implantada na China continental a partir da década de 1950, projetada para reduzir o número de traços e aumentar a alfabetização. Singapura adotou depois o mesmo conjunto. O caractere de “país” foi simplificado de 國 para 国; o de “cavalo” de 馬 para 马.

Chinês tradicional (繁體字, fántǐzì) preserva as formas mais antigas ainda usadas em Taiwan, Hong Kong e Macau, e por muitas comunidades chinesas no exterior. Caligrafia, literatura clássica e documentos históricos são quase sempre tradicionais.

Para quem aprende mandarim, a escolha costuma seguir o destino: estudando para morar ou trabalhar na China continental? Simplificado. Mirando Taiwan ou Hong Kong? Tradicional. Muitos leitores aprendem um e ficam passivamente fluentes no outro — a maioria dos caracteres é reconhecível em ambos.

O HSK 3.0, e o curso de mandarim do Bookverse, usam caracteres simplificados como escrita principal.

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